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NEUROLOGIA
TEXTO VEICULADO JORNAL DIÁRIO DA MANHÃ

Cuidados desde a gestação 


Avanços científicos e tecnológicos permitem que a neurologia atue observando o feto desde o ventre da mãe e acompanhe a pessoa até a velhice, com diagnósticos cada vez mais precoces e precisos com tratamentos e cirurgias que evitam ao máximo o agravamento das doenças do sistema nervoso.

A neurologia é uma área da medicina que se dedica ao estudo e desenvolvimento, tratamento e pesquisa das doenças neurológicas, como um todo, desde a área clínica até a área cirúrgica, chamada de neurocirurgia. A especialidade atua nas doenças do sistema nervoso central e periférico, buscando diagnosticar, tratar e evitar o agravamento dessas enfermidades, no sentido de proporcionar, na medida do possível, a recuperação completa da saúde do paciente. Nesse sentido, o neurologista Dr. César Pires explica que a área tem acompanhado o desenvolvimento científico e tecnológico crescentes na busca da elucidação diagnóstica, além de ter conquistado avanços nos tratamentos, que eram, até pouco tempo, de difícil manuseio e extremamente impactantes do ponto de vista sócio econômico e psicológico na comunidade e que hoje são realidade, melhorando a qualidade de vida dos pacientes com tratamentos mais precoces, eficazes e menos invasivos.
“Atualmente, os pacientes já passam a ter os aspectos neurológicos observados desde o período fetal, ou seja, mesmo antes do nascimento, até o final da vida. O que se observa na avaliação de uma gestação é o possível surgimento de alguma anomalia que poderia direcionar a atenção para o sistema nervoso central, com a neuropediatria e a neurocirurgia pediátrica. Essa atuação se estende por toda a vida, chegando a "neurogeriatria”, esclarece o médico.

Casos mais comuns
O médico explica que, ao longo dos anos, a neurologia se subdividiu em algumas áreas de atuação, como a grande área clínica e a área cirúrgica. Conforme Cesar Pires, no consultório os pacientes apresentam os casos mais diversos. Desde dores de cabeça, tonturas e casos de epilepsia, a pacientes que sofreram algum agravamento e estão voltando, como, por exemplo, os casos de doença vascular cerebral e doenças inflamatórias, como a esclerose múltipla. “Também costumam ser recebidos no consultório os pacientes portadores de enfermidades que precisam de tratamento cirúrgico, que incluem as doenças do crânio encéfalo e as doenças da coluna, pois as lesões na coluna podem afetar a medula espinhal e os nervos e por isso, também tornam-se alvo da atenção da neurologia e da neurocirurgia”, acrescenta o médico.
Nos hospitais a situação é diversa. “Temos, infelizmente, muitos casos de traumatismo crânio encefálico. As lesões do crânio e do cérebro e também da medula são produzidas principalmente pelos acidentes de trânsito. Em seguida, na parte clínica, preponderam as doenças vasculares cerebrais, popularmente conhecidas como AVCs e causadas por fatores de risco diversos”, observa Cesar Pires.

Prevenção
Conforme o médico, no sentido da prevenção, a neurologia deveria ter uma atuação mais intensa junto a comunidade, alertando a população com relação aos riscos de doenças como a doença vascular cerebral, trazendo informações sobre como fazer a prevenção. “Mas esse trabalho requer um esforço conjunto com as áreas clínicas em geral, com as unidades de saúde, os médicos cardiologistas, a enfermagem, as políticas de saúde pública, dentre outros fatores”, alerta o médico.
Cesar Pires observa que a neurologia atua de forma mais intensa na prevenção secundária, ou seja, depois que o problema aconteceu os neurologistas passam a atuar junto ao paciente no sentido de prevenir e evitar novos eventos. Nesse sentido então é importante que as políticas de saúde pública atuem de forma intensa junto a sociedade.
“Fatores que são conhecidos, porém não são valorizados levam ao AVC, tais como o tabagismo, por exemplo, que precisa ser combatido, pois o prejuízo social, econômico, psicológico e para a saúde de uma forma geral é muito grande. A falta de controle da pressão arterial e da dieta também são preocupantes. Temos um crescente e preocupante aumento na prevalência de obesidade, por exemplo, que é fator de risco para diversas doenças”, alerta o médico.


Problemas surgem mais cedo
A faixa etária da população que é acometida por doenças vasculares cerebrais que atingia um contingente com idade acima dos 60 anos, hoje, observa-se em pessoas na fase produtiva. “As consequências disso podem ser devastadoras do ponto de vista pessoal”, explica Cesar Pires.
Mas segundo ele, felizmente tem se percebido no Estado uma queda progressiva no uso do tabaco. Em contrapartida, a drogadição e o álcool representam uma luta que a sociedade precisa enfrentar. “Pacientes usuários de crack ou cocaína podem desenvolver tanto a doença vascular cerebral, quanto doenças cardíacas, doenças vasculares em geral”, acrescenta o médico.
Neurocentro
Cesar Pires atua na área da neurologia desde a sua formação como médico, em meados dos anos 1980, e na cidade de Passo Fundo, desde 1989. “Temos uma longa atuação junto a comunidade, também de forma assistencial e ainda junto a Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, auxiliando na formação de futuros médicos. Recentemente iniciamos um novo projeto de atendimento mais integrado com outras áreas de saúde, o que possibilita um atendimento mais completo do paciente neurológico pelo nosso serviço”, explica ele, referindo-se a clínica Neurocentro, que atua há mais de 10 anos.

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